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DETETIVE PARTICULAR BARBACENA MG

DETETIVE PARTICULAR EM BARBACENA MG


Detetives particulares investigando em todo Brasil


Detetive Particular Barbacena - Minas Gerais


ATENDEMOS EM BARBACENA ATRAVÉS DA SEDE DE BELO HORIZONTE MG

 
 
A WT Investigação Ltda presta serviço de investigação particular em todo Brasil através de escritórios regionais coordenados a partir da sede da WT em Belo Horizonte - MG, onde temos uma equipe exclusiva de detetives particulares lotados no escritório central da nossa agência de investigação localizada na região central da cidade.

Nossa equipe está deplatão 24 horas na sede da WT em Belo Horizonte-MG para atender qualquer chamado emergencial, mas atendemos em todo Brasil através de escritórios situados nas principais cidades brasileiras: 

Barbacena é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Localiza-se a uma latitude 21º13'33" sul e a uma longitude43º46'25" oeste. De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 126.325 habitantes.[3]

É um grande produtor de fruticultura e floricultura e se destaca como centro de ensino, com expressiva influência regional, tendo também um comércio diversificado. Barbacena fica na serra da MantiqueiraMinas Gerais, a 169 quilômetros de Belo Horizonte. O município, com 788,001 km², ocupa o sítio de um antigo aldeamento de índios puris do grupo tupi, na região conhecida como Campo das Vertentes.

 

Características

Barbacena é conhecida em todo o Brasil, e também no exterior, como a "Cidade das Rosas", em função da grande produção de primeira qualidade desta flor. No Brasil, o município também é conhecido como a "Cidade dos Loucos", pelo grande número de hospitais psiquiátricos instalados no local. A cidade atraiu esses manicômios em decorrência da antiga idéia, defendida por alguns médicos, de que seu clima ameno, com temperaturas médias bem baixas para os padrões brasileiros, faz com que os ditos "loucos" fiquem mais quietos e menos arredios, supostamente facilitando o tratamento.

Apesar de seu clima frio e por ficar a uma altitude considerável, embora seja uma cidade tropical, Barbacena proporciona uma das mais belas e intensas luminosidades do país, o que já inspirou vários poetas e escritores.

O município possui parque de exposições e um aeroporto com aeroclube,[6] é sede do 9º Batalhão de Polícia Militar, 13ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais e de estabelecimentos de ensino, como a Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr), a Escola Agrotécnica Diaulas Abreu (Escola Agrotécnica Federal de Barbacena - EAFB) e a Escola de Hotelaria do SENAC, o Colégio Tiradentes da Polícia Militar e o Colégio Imaculada Conceição. Também sedia a Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e o Centro de Estudos Superiores Aprendiz (CESA), possui mais de 30 bibliotecas, cinco associações culturais e a Academia Barbacenense de Letras. Na cidade, também encontram-se escritórios da Emater-MGDER e do IBGE.

Além da intensa produção de frutas européias e de rosas, exportadas para o país e o exterior, Barbacena é centro depecuáriaagricultura e da indústria de tecelagem.

Desde a década de 1980 a cidade vem se degradando economicamente sem atrativos para instalação de indústria ou novos serviços. As rixas políticas foram determinantes para a estagnação da economia da cidade e região.[carece de fontes?]

História

Origens

A "cidade das rosas" nasceu na cabeceira do rio das Mortes. Inicialmente, integrava a área de aldeamento dos índios Purisda grande família dos Tupis, quando os primeiros povoadores se estabeleceram no local chamado Borda do Campo, também denominado Campolide, onde erigiram a capela de Nossa Senhora da Piedade.

Gravura de Barbacena porRugendas, c. 1820.

Era a Fazenda da Borda do Campo, de propriedade, desde o fim do século XVII, dos bandeirantes capitão-mor Garcia Rodrigues Pais e de seu cunhado Coronel Domingos Rodrigues da Fonseca Leme e, por carta de sesmaria, desde 1703. Ficava às margens do caminho novo da estrada real para o Rio de Janeiro, empreendimento iniciado às expensas do capitão-mor Garcia Rodrigues Pais em 1698 e que Domingos Leme ajudou a concluir. Garcia Rodrigues Pais também recebeu carta de sesmaria das suas posses antigas na Borda do Campo em 1727. A propriedade, tempos depois, passou às mãos do inconfidente José Ayres Gomes.

Em 1711, a localidade participou de feito épico: hospedou, às custas de Domingos Rodrigues da Fonseca Leme, o governador da capitania, Antônio de Albuquerque, acompanhado de um exército de seis mil homens, que ali acampou em marcha de socorro ao Rio de Janeiro, então invadido pelos franceses da esquadra de René Duguay-Trouin. Domingos Leme integrou, ainda, este exército com 200 de seus homens.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, construída entre 1743-1764.

Em 1725, o quarto bispo do Rio de Janeiro, o Frei Dom Antônio de Guadalupe, criou a freguesia de Nossa Senhora da Piedade, que teve a antiga capela como sede provisória até 1730 foi o primeiro vigário o Pe. Luiz Pereira da Silva passandi depois a sede para a Capela de N. S. do Pilar do Registro Velho (atual Sá Fortes) capela esta que caiu em ruínas e desapareceu por completo em meados do século XIX.[7]

Em 19 de agosto de 1728 na primeira visita pastoral de D. Frei Antônio de Guadalupe, foi escolhido o "sítio da Igreja Nova" - a atual Matriz - sendo a 9 de dezembro de 1743, demarcado o local pelo Pe. Manoel da Silva Lagoinha, com uma Cruz de madeira e iniciada na mesma data a edificação do templo com as licenças do bispo D. Frei João da Cruz.[7]

Em 27 de novembro de 1748, a freguesia foi transferida para a Igreja Nova de Nossa Senhora da Piedade (atual matriz), arquitetada por mestre Alpoim. Em torno da igreja, erigiu-se o "Arraial da Igreja Nova de Nossa Senhora da Piedade daBorda do Campo", chamado também de Arraial ou freguesia da Borda do Campo ou ainda de Arraial da Igreja Nova do Campolide e o templo entregue ao culto pelo Pe. Antônio Pereira Henriques, então vigário, autorizado pelo primeiro bispo de Mariana D. Frei Manoel da Cruz, por provisão de 15 de novembro de 1748. As obras, entretanto, prosseguiram até 1764, ano de sua conclusão.[7]

 Inconfidência Mineira

Ver artigo principal: Inconfidência Mineira

Pertenciam ao arraial e depois Vila de Barbacena cinco dos inconfidentes:

  • Domingos Vidal Barbosa Lage, irmão do brigadeiro José Vidal; obteve comutação da pena de morte, foi exilado para a Ilha de S. Tiago do Cabo Verde, onde faleceu oito meses após a sua chegada, no Convento de S. Francisco da Cidade de Ribeira Grande.
Afrescos da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade.

Após a morte de Tiradentes, a vila de Barbacena recebeu um dos seus braços, que teria sido erguido numa "picota" no adro da Igreja de Nossa Senhora do Rosário em cujo adro teria sido sepultado. A bandeira e as armas e brasão da cidade, que contém um braço estendido, memorizam este fato.

Criação da vila

Em 14 de agosto de 1791, foi criada a Vila de Barbacena e erigido o respectivo pelourinho e Câmara pelo Visconde de Barbacena, D. Luís Antônio Furtado de Mendonça, então governador e capitão-general da capitania, que deu à vila o seu próprio título (originalmente, de Barbacena, em Portugal).

A vila teve como sede o antigo Arraial da Igreja Nova de Campolide, compreendendo, ainda, os territórios dos arraiais e freguesias de Nossa Senhora da Conceição do Engenho do Matto e de Nossa Senhora da Glória do Simão Pereira. Foi desmembrada dos territórios das Vilas de "Sam João de El Rey" e de "Sam Joze de El Rey", confrontando com as vilas deMariana, Queluz (atual Conselheiro Lafaiete), "Sam João de El Rey" e "Sam Joze de El Rey" (atual cidade de Tiradentes).

"Muito nobre e leal vila"

Barbacena, por meio de sua Câmara, foi a primeira vila de Minas Gerais a enviar representação a D. Pedro I, então regente, em favor do "Fico" (9 de janeiro de 1822), em 11 de fevereiro de 1822, dirigiu-se a Câmara de Barbacena ao príncipe regente numa representação em que se propunha para ser a sede da Monarquia portuguesa e se ofereciam os barbacenenses para descer "em massa" ao Rio de Janeiro para tomar armas em defesa do Príncipe. Estes atos lhe valeram o título de "muito nobre e leal vila", conferido por decreto, de 24 de fevereiro de 1823 e Alvará de 17 de março do mesmo ano.

Revolta dos Liberais de 1842

Barbacena foi elevada a cidade pela Lei Provincial nº. 163, de 9 de março de 1840.

Cadeia Velha - construção do início do século XIX.

Em 10 de junho de 1842, a cidade aderiu à Revolução Liberal. Instada pela Guarda Nacional e o povo, a Câmara Municipal declarou a cidade sede do governo da província e deu posse a José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, depois Barão de Cocais, como "presidente interino da Província". Depois deste episódio, ficaram presos vários dos revolucionários na "Cadeia Velha", dentre eles o Conde de Prados, político do Império.

Dentre os barbacenenses que atuaram no movimento, além do Conde de Prados Camilo Ferreira Armond, participaram o Cel. Marcelino Ferreira Armond, 1º Barão de Pitangui, os irmãos João Gualberto, Pedro Teixeira e Antônio Teixeira de Carvalho e o vigário Joaquim Camilo de Brito

O fim do século XIX

Por ocasião da Guerra do Paraguai, a cidade forneceu 152 voluntários e 77 guardas nacionais para o esforço de guerra. Em1889, Barbacena hospedou o Imperador D. Pedro II em sua última viagem a Minas Gerais e, em 1893, sediou a sessão extraordiária do Congresso Mineiro que deliberou sobre a mudança da capital do estado de Ouro Preto para Belo Horizonte.

No fim do século XIX, atendendo a uma política do Império, o município recebeu um grande número de imigrantes italianos. A primeira leva era composta por agricultores, a maioria veio do norte da Itália. Em 15 de abril de 1888, o Governo Imperial inaugurou uma colônia de imigrantes nos arredores de Barbacena. O local foi denominado "Colônia Rodrigo Silva", homenageando o então ministro da Agricultura. Assim como em todo o País, à época, o fluxo imigratório na cidade colaborou para o crescimento, a diversificação das atividades comerciais e agrícolas e o desenvolvimento de indústrias, como sericiculturacerâmicamarcenaria e construção civil.

O fórum judicial e o entrocamento da Oeste

Fórum Mendes Pimentel, 1923.

Em 30 de junho de 1923 foram inaugurados simultaneamente o entroncamento da "antiga linha da Oeste" (Estrada de Ferro Oeste de Minas) ligando a cidade a São João del-Rei e o edifício do fôro judicial, que mais tarde recebeu o nome de"Mendes Pimentel", foi construído durante o governo Arthur Bernardes e inaugurado na gestão Raul Soares. Na ocasião serviu de instalação para os cartórios do 1º. e 2º. ofícios, escrivania de paz, coletoria estadual e tribunal do júri.

As inaugurações foram feitas pelo Ministro da Viação Francisco sá, pelo secretário do Interior Melo Viana e pelo Secretário da Agricultura Daniel de Carvalho com a presença do Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, dom Helvécio Gomes de Oliveira e do padre Sinfrônio de Castro e dos deputados Bias Fortes e José Bonifácio.[8]

O edital de concorrência da obra do fórum foi publicado em 25 de fevereiro de 1922 no órgão oficial do Estado, a edificação se deu em terreno adquirido pela Câmara Municipal alguns anos antes na esquina da antiga rua da "Boa Morte" e estava orçada em 77:652$800 ("contos de réis"). Em 1930 o prédio serviu de sede para o Comando Revolucionário em Barbacena.

Duas revoluções

A cidade teve participação ativa na Revolução de 1930 e na Revolução de 1932. Localizada estrategicamente às margens da estrada que levava à Capital, Rio de Janeiro, a cidade foi sede do "Quartel-General da 4ª Região Militar Revolucionária", em 1930. O avanço dos revolucionários de Barbacena sobre Juiz de Fora e a tomada desta praça, com a rendição e adesão das tropas legalistas, tornou livre o acesso dos mineiros à capital da República. Esse fato foi decisivo para a deposição deWashington Luís e a vitória da Revolução. A cidade participou, ainda, dos combates contra os revoltosos paulistas de 1932, fornecendo dois batalhões provisórios.

Rosa tipo "Príncipe Negro" enquanto botão é escura, quando desabrocha tem o vermelho sangue veludo.

Governo municipal

Subdivisões

Além do Município sede, Barbacena possui treze distritos: Colônia Rodrigo Silva, Correia de Almeida, Costas da Mantiqueira, Faria, Padre Brito, Galego, Mantiqueira do Palmital, Senhora das Dores, Pinheiro Grosso, Ponte do Cosme, Ponte Chique do Martelo, São Sebastião dos Torres[9]. A sede está ainda subdividida em bairros que são os seguintes:

  • Aguada
  • Água Santa
  • Belvedere
  • Boa Morte
  • Boa Vista
  • Bom Pastor
  • Caiçaras
  • Caminho novo
  • Campo
  • Carmo
  • Centro
  • Chacára das Andorinhas
  • Diniz I
  • Diniz II
  • Floresta
  • Funcionários
  • Grogotó
  • Ipanema
  • Jardim
  • João Paulo 2º
  • Mansões
  • Monte Mario
  • Monsenhor Mário Quintão
  • Nossa Senhora Aparecida
  • Nova Cidade
  • Nove de Março
  • Novo Horizonte
  • Penha
  • Pontilhão
  • Santa Efigênia
  • Santa Luzia
  • Santa Maria
  • Santa Teresa I
  • Santa Teresa II
  • Santo Antônio
  • São Cristóvão
  • São Francisco
  • São Geraldo
  • São José
  • São Pedro
  • São Sebastião
  • Valentim Prenassi
  • Vilela

Geografia

Barbacena possui um clima tropical de altitude, com invernos frios e verões amenos. A temperatura média anual da cidade é de 17°C.[10]

 JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Máxima Média °C262726242322212324242525
Mínima Média °C161616141211101112141516
Média °C212120181715151617181919
Precipitação (mm)N/D188142663823202364124221N/D

Economia

Na economia da cidade, destaca-se o setor da agropecuária, principalmente, com o fornecimento de leite e derivados, além, é claro, do plantio de rosas. O município conta com poucas indústrias. As de maior destaque são a RDM Vale do Rio Doce(Beneficiamento de ferro-ligas a base de manganês) e a Saint Gobain (materiais cerâmicos). O setor de serviços é suficiente para a subsistência da cidade e região.

O Guia Comercial de Barbacena e região é o http://www.Bcena.com que tem como objetivo dar à população uma nova opção em pesquisa comercial, na qual os usuários de internet possam de forma rápida e prática encontrarem tudo aquilo que precisam. Busca abranger todo o comércio procurando superar as expectativas através dos serviços profissionais e criativos de acordo com as necessidades do mercado que podem ser: consolidar marcas, vender produtos ou serviços, crescimento e evolução das empresas.


Turismo

Os edifícios históricos, de estilo colonial ou barroco, são, sobretudo, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Cadeia Velha, Câmara Municipal, Museu Municipal, Solar dos Andradas, Sobrado dos Vidigal, Sobrado Paolucci, Residência Ânuar Fares e o Sobrado de Olinto de Magalhães.

Colégio Abílio de Barbacena no final do século XIX, antigo educandário do Barão de Macaúbas serviu de sede do Colégio Militar, depois do "Gymnásio Mineiro" e hoje é a sede da EPCAR.

São também atrativos pontos de visitação pelo seu estilo ou importância histórica: o Fórum Mendes Pimentel, a Igreja Básilica de São José, o Solar Bias Fortes, Solar dos Canedos, Grupo Escolar Bias Fortes, a Fundação Porphíria de José Máximo de Magalhães, Escola Estadual Adelaide Bias Fortes, o Pontilhão Ferroviário, a Escola Preparatória de Cadetes-do-Ar, Escola Agrotécnica Federal "Diaulas Abreu", Santa Casa de Misericórdia, Farmácia Santa Terezinha, Estação Ferroviária, o Colégio Imaculada Conceição, a Casa-museu de Georges Bernanos, o Manicômio Judiciário, Museu da Loucura (no antigo Hospital Colônia), edifício da antiga Sericicultura e o leito da antiga Estrada de Ferro do Oeste de Minas. O cemitério antigo, da Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, data da década de 1850, também possui algumas obras de arte.

O ponto mais elevado que permite vista de toda a cidade e adjacências é o mirante, localizado no bairro Monte Mário. A cidade tem restaurantes de comida típica italiana, árabe, oriental e mineira, além de bons serviços de hotelaria. No entanto, sofre efeitos da concorrência de outras cidades históricas mais próximas, como Tiradentes e São João del-Rei que têm investido em gastronomia e eventos relacionados ao cinema.

Em virtude do crescimento desordenado e da falta de conservação das vias públicas e construções históricas, o município perdeu seu charme turístico, embora haja potencial para o turismo de eventos e para aqueles relacionados ao clima frio, por apresentar invernos rigorosos devido aos seus 1.100 metros de altitude e pela sua localização estratégica, próxima à BR 040.

Fazendas históricas

Algumas fazendas próximas, na região, têm ligações históricas com a cidade e com a antiga "Vila" de Barbacena por rememorarem fatos e episódios da sua história:

  • Fazenda da Borda do Campo, situada no município de Antônio Carlos, é origem de Barbacena e de todos os municípios dali desmembrados, construída cerca dd 1698, foi um dos locais de reunião dos inconfidentes.
  • Fazenda do Registro Velho, situada no distrito de Sá Fortes, município de Antônio Carlos, foi propriedade do Padre e Inconfidente Manoel Rodrigues da Costa, foi local de encontros de inconfidentes.
  • Fazenda do Ribeiro, sediada na antiga Estação e hoje município de Vasconcelos, local de nascimento dos inconfidentes Cel. Francisco Antônio de Oliveira Lopes e de seu irmão Pe. José Lopes de Oliveira.
  • Fazenda do Castelo, foi propriedade do Pe. Antônio da Silva Santos, irmão de Tiradentes.
  • Fazenda da Cachoeira, pertenceu ao Brigadeiro José Vidal, irmão do inconfidente Dr. Domingos Vidal Barbosa Lage.
  • Fazenda da Mantiqueira, próximo à localidade de igual nome, no município de Santos Dumont, teve seu nome ligado aos crimes da quadrilha de salteadores que atuou na região no século XVIII e à história da Inconfidência.
  • Fazenda da Caveira de Cima, na antiga "Estação do Sanatório", sede do depois "Hospital Colônia" e hoje "Museu da Loucura", foi propriedade do delator dos inconfidentes Joaquim Silvério dos Reis.
  • Fazenda dos Moinhos, no Rio Fundo, origem da família dos Armond à qual pertenceram o Conde de Prados e o 2º. Barão de Pitangui Antônio Ferreira Armond, fundador da Santa Casa de Misericórdia de Barbacena.
  • Fazenda da Conceição, no antigo distrito de Livramento, hoje município de Oliveira Fortes local de nascimento do governador Chrispim Jacques Bias Fortes.
  • Fazenda de Cabangu, no antigo distrito de João Gomes, depois Palmyra e hoje município de Santos Dumont, local de nascimento de Santos Dumont.
  • Fazenda do Campo Verde, desmembrada da antiga Fazenda da Borda do Campo no século XIX.

Educação

No ensino médio Barbacena possui uma escola entre as melhores do Brasil. No ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) 2008 a instituição federal Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) ficou em 16º lugar entre as escolas do Brasil,[11] e em 2006 a mesma escola ficou em 8º lugar entre as públicas.[12]. Entretanto, o acesso é restrito àqueles do sexo masculino que prestam exame de seleção para atividades militares. O exame de seleção é de abrangência nacional.

Cultura

Basílica de São José Operário, onde se realiza o Jubileu.

A cidade tem um calendário de eventos e festividades no qual se destacam o Jubileu de São José realizado em abril, o Festival da Loucura, realizado em junho a partir de 2009, a Exposição Agropecuária, em maio e a Festa das Rosas, emoutubro.

Na Casa da Cultura, antigo prédio da primeira cadeia pública, funciona a Biblioteca Pública Municipal e o Conservatório Municipal. O prédio foi tombado pelo IEPHA em 1983, embora tenha recebido diversas reformas até a última década de 80, o que adulterou sua conformação original. A Casa tem história para contar: abrigou o primeiro quartel do século XIX, serviu de casa de detenção dos revoltosos da histórica Revolução Liberal, em 1842, e até 1953 funcionou como espaço prisional. Em seguida, recebeu a Escola Normal do município e, entre 1957 e 1980, sediou a Faculdade de Odontologia de Barbacena[13].

Bibliografia

  • A cultura em Barbacena: literatura, história e geografia. Barbacena: Fundação Presidente Antonio Carlos, s. d.
  • ANDRADA, Antônio Carlos Doorgal de. Um século de história. A imigração italiana em Barbacena (1888 - 1988). Barbacena: Gráfica e Editora Cidade de Barbacena, 2006. ISBN 85-99449-04-4
  • ANDRADA, Bonifácio José Tamm de. A revolução de 1930, marco histórico. Prefeitura Municipal de Barbacena - FUNDAC, Belo Horizonte: Rona, 1995.
  • ANDRADA E SILVA, José Bonifácio. Uma fazenda histórica: Borda do Campo - O inconfidente José Aires Gomes. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, tomo 72. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1910.
  • BASTOS, Wilson de Lima. A fazenda da Borda do Campo e o inconfidente José Aires Gomes. Juiz de Fora: Paraibuna, 1992.
  • BURTON, Richard Francis, Sir. Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho. Apresentação e notas de Mário Guimarães Ferri; tradução de David Jardim Junior. São Paulo: Ed. Itatiaia e Ed. da Universidade de São Paulo, 1976.
  • JARDIM, Conceição (C. Garden). Barbacena. Rio: Oficinas de "A Noite", 1940.
  • MASSENA, Nestor. Barbacena: a terra e o homem. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1985.
  • Revista do Archivo Público Mineiro - Ano I - Fascículo 1º., janeiro a março de 1896, Imprensa Oficial de Minas Gerais, 1896. - (Documentos sobre a criação da vila de Barbacena).
  • SAVASSI, Altair José. Barbacena - 200 anos. Belo Horizonte: Editora Lemi S.A., 1991.
  • SAVASSI, Altair José . Resumo histórico do município de Barbacena. Barbacena: Prefeitura Municipal, 1953.
  • TRINDADE, José da Santíssima, Dom Frei. Visitas pastorais (1821-1825) - Texto e índices de José Arnaldo Coêlho de Aguiar e Ronald Polito Oliveira. Belo Horizonte: Centro de Estudos Históricos e Culturais. Fundação João Pinheiro. Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, 1998.